Postagens

Mostrando postagens de março, 2018

O começo do fim do cartão de crédito

Imagem
Desde que foram cunhadas as primeiras moedas, atravessamos mais de 20 séculos desenvolvendo meios de pagamento: papel moeda, bancos, cheque, transações eletrônicas, até chegarmos ao modelo favorito dos brasileiros hoje, os cartões de crédito. Ter um plástico numerado engordando a carteira é privilégio de apenas um quarto da população brasileira. Não é barato para o cliente (a anuidade média é próxima a R$ 120, segundo a Associação Brasileira de Empresas de Cartões de Crédito e Serviços), nem para o lojista, que paga em média 2,5% de seu faturamento para as operadoras de cartão de crédito, A demora no recebimento e a fraude nas transações online também ficam por conta dele, tornando a operação ainda mais desfavorável. Segundo o Instituto de Pesquisa Nielsen, o lucro líquido médio do comércio é de 2,1%, ou seja, após todos os custos do negócio o que sobra para os donos é menos do que o que fica com as empresas de cartão. Com apenas duas adquirentes (as donas das maquininhas), Cielo ...

BRF perde R$ 5 bilhões em valor de mercado após nova fase da Carne Fraca

BRF perde R$ 5 bilhões em valor de mercado após nova fase da Carne FracaSÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A BRF perdeu R$ 5 bilhões em valor de mercado nesta segunda-feira (5) depois que a Polícia Federal deflagrou nova fase da Operação Carne Fraca e prendeu Pedro de Andrade Faria, ex-presidente da empresa, a maior processadora de alimentos do país. Os papéis recuaram 19,74%, para R$ 24,75. Isso equivale a uma perda de R$ 4,95 bilhões em valor de mercado ante sexta-feira. A Bolsa brasileira fechou em leve alta de 0,30%, para 86.022 pontos. Por contágio, as ações da JBS recuaram 5%, para R$ 9,50. A Marfrig teve queda de 0,95%, para R$ 6,26. E a Minerva, fora do Ibovespa, caiu 0,43%, para R$ 9,30. Somadas, todas as empresas perderam R$ 6,4 bilhões em valor de mercado nesta sessão. A forte queda nas ações da BRF ocorreu após Faria ser preso pela PF em investigação que apura que setores de análises do grupo e cinco laboratórios credenciados junto ao Ministério da Agricultura fraudavam re...

PF desarticula quadrilha que roubou dinheiro na Internet e lavava em bitcoins

Imagem
A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira, 21/03, operação de combate a um grupo criminoso especializado em fraudes bancárias pela internet e lavagem de dinheiro por meio de bitcoins, que causou prejuízo de cerca de 10 milhões de reais em nove meses, informou a PF em comunicado. A operação Código Reverso cumpre 43 mandados, sendo sete de prisão preventiva, um de prisão temporária, 11 de intimação e 24 de busca e apreensão nos Estados de Tocantins, São Paulo, Goiás e Pernambuco. A investigação revelou que o grupo utilizava programas maliciosos para acessar remotamente os computadores das vítimas, burlando os sistemas de segurança dos bancos, e realizar diversas transações bancárias eletrônicas como pagamentos e compras pela internet. “Os membros dessa organização apresentam alto padrão de vida e se utilizam, inclusive, de diversas empresas de fachada para movimentar e ocultar os valores obtidos por meio das atividades criminosas, investindo grande parte das vantagens ilícitas...

Fintech traz facilidade ao mercado de crédito

A FinanZero opera como correspondente bancário para negociar empréstimos junto às instituições financeiras e buscar as melhores taxas para a demanda por crédito. A FinanZero, fintech que opera como correspondente bancária on-line para negociação de empréstimos junto a instituições financeiras, acredita ser destaque no setor e projeta um aumento de 300% nas receitas do próximo ano. A empresa, fundada em 2015 no Brasil, foi uma das startups escolhidas pelos fundos de investimentos suecos Webrock Ventures e Vostok Emerging Finance para impulsionar o mercado de empréstimos on-line no País. Após receber aporte de US$ 2,5 milhões, a FinanZero iniciou seu processo de ampliação das operações e, inspirada no case sueco Lendo, passou a investir em infraestrutura, tecnologia e estratégia de vendas. No início de suas operações, a companhia encontrou dificuldades com a burocracia que envolve os serviços financeiros e bancários no Brasil, algo que não é encontrado em países como a Suécia, ...

Após assalto, agência bancária não tem previsão de reabertura

Imagem
Impacto da explosão danifica estrutura física e sistema operacional da unidade de Santa Clara Santa Clara do Sul -  Os moradores da área central do município viveram momentos de pânico na madrugada de ontem, durante um assalto a uma agência bancária na Avenida 28 de Maio. Foi o terceiro ataque a banco no Vale do Taquari em menos de 15 dias. Os criminosos armados e encapuzados explodiram o cofre e o terminal de caixa eletrônico, e fizeram um cordão humano com reféns para intimidar qualquer investida policial. As vítimas seriam funcionários de uma empresa que haviam deixado o trabalho minutos antes. A quantia levada pelos bandidos não foi divulgada. Um casal de moradores das proximidades conta que ouviu cerca de três disparos de arma de fogo, pouco antes das 3h. O homem ficou assustado ao perceber a movimentação nas ruas e logo notou que o banco seria o alvo da ação. "Nós ouvimos conversas e carros passando. Eu sabia que não podia ligar a luz ou me mexer. Quando ouvi o s...

Fraudes bancárias na contramão do desenvolvimento

Imagem
A Polícia Federal deflagrou a Operação Código Reverso, que tem como alvo esquema de fraudes bancárias eletrônicas. Mais de 100 policiais federais cumpriram, no dia 21 de março, 43 mandados judiciais. “O grupo utilizava programas maliciosos para acessar remotamente os computadores das vítimas para realizar diversas transações bancárias eletrônicas fraudulentas como pagamentos, transferências e compras pela internet, burlando os mecanismos de segurança dos bancos, e gerando prejuízos da ordem de R$ 10 milhões só nos últimos 9 meses”, declarou a PF. Realizada pelo Grupo de Repressão a Crimes Cibernéticos, a investigação chegou a uma quadrilha de hackers com conexões internacionais, inclusive no leste europeu. A operação representa o primeiro passo da renovação do Acordo de Cooperação Técnica entre a PF e a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) para a repressão das fraudes bancárias eletrônicas, assinado em 26 de fevereiro, e é resultado do trabalho em conjunto com as equipes de pre...

Hackers acessavam dados de vítimas enviando e-mails com vírus em nome de instituições, diz delegado

Imagem
Operação da Polícia Federal prendeu seis pessoas suspeitas de participar de quadrilha; duas são consideradas foragidas. Elas teriam desviado R$ 10 milhões de contas bancárias em Pernambuco, São Paulo, Goiás e Tocantins. A quadrilha presa  durante a operação "Código Reverso", da Polícia Federal , mandava e-mails com vírus em nome de instituições financeiras para ter acesso a computadores de correntistas. A informação é do chefe da delegacia de Repressão a Crimes Fazendários, Luiz Felipe da Silva. Ele explicou que as vítimas acessavam os e-mails e, desta forma, permitiam que o grupo tivesse acesso aos computadores. A operação foi realizada nesta quarta-feira (21) e prendeu seis pessoas. Duas estão foragidas. Elas são suspeitas de desviar R$ 10 milhões de contas bancárias. "O nível de especialização deles é muito alto. Eles têm programas que enviam e-mails para milhares de pessoas, aqueles spans que contêm um link. A pessoa acha que está acessando, por exempl...